quinta-feira, 23 de junho de 2011

Corpo é encontrado perfeito 65 anos após sua morte

Caso de beatificação, fenômeno sobrenatural ou cientificamente pode ser explicado?

Corpo é encontrado perfeito 65 anos após sua morte


O corpo de um homem assassinado há 65 anos foi encontrado em perfeito estado de conservação em seu túmulo, durante a exumação de seus restos no município de Acapetahua, no Estado mexicano de Chiapas.

Segundo familiares da vítima, Víctor Chamlatti, foi grande a surpresa ao abrir o caixão e encontrar o corpo inteiro, como se tivesse acabado de morrer e sem exalar mau cheiro.

Além disso, o túmulo se encontrava em um local cheio de água, embora o caixão de madeira permanecesse em bom estado.

Quando os coveiros tentaram abrir o ataúde, sem querer feriram o pé do finado, que não sangrou, mas mostrou carne viva, como em um ferimento recente.

A família, que é católica, diz acreditar que se trata da manifestação de um corpo incorrupto, fenômeno associado a beatos e santos, mas não pretende recorrer ao Vaticano.

Os parentes desejam que médicos forenses expliquem o estado de preservação de um corpo que, apesar de não ter sido embalsamado, conseguiu ficar intacto após 65 anos sepultado.


Foto de Victor em vida.

Foto de Victor em vida.

Foto de Victor durante a exumação do corpo.

Foto de Victor durante a exumação do corpo.

Cão mumificado

A múmia do cachorro na árvore

Muitos animais foram mumificados, mas poucos têm um conto de múmia tão original quanto o cão de caça de Waycross, Georgia. Ele (ou ela - agora não há nenhuma maneira de dizer) era um cão de caça de quatro anos de idade na década de 1960. Acompanhando seu dono em uma caçada, ele fugiu para perseguir um esquilo ou um guaxinim. O bicho deve ter entrado em uma árvore oca de carvalhos, porque o cão fez o mesmo.

Apenas a pequena presa saiu e o cão foi preso na árvore tão firmemente que não conseguia se mover. Ele morreu. Ao invés de decomposição, o cão tornou-se uma múmia natural devido às condições de seu "caixão". Em primeiro lugar, todo o cheiro do cachorro morto ficou selado dentro da árvore. Predadores e insetos nunca acharam o cão. Em segundo lugar, o corpo do cão foi bem protegido (e bem ventilado), no tronco oco.

Finalmente, resinas a partir do núcleo da árvore pode ter ajudado na preservação do cão. Algures na década de 1980, os madeireiros estão cortando árvores na floresta. Sem saber, eles cortaram a árvore de cão e colocá-lo em um caminhão. Então eles olharam para dentro e veem o cão mumificado. Ao invés de mandá-lo para a serraria, os madeireiros doam o cão e seu caixão de árvore para o World Museum em Waycross onde está até hoje.

Eu que amo cães, particularmente foi uma história muito triste. Sou um cientista do paranormal, mas minha primeira postagem aqui queria que fosse algo mais "REAL".

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Escola Estadual General Penha Brasil está desenvolvendo a informatização de todo o sistema operacional da instituição, através do Sistema de Auxílio ao Professor, disponibilizando todos os dados estatísticos relativos ao alunado, favorecendo o acompanhamento pelos pais e /ou responsáveis, precisando apenas requisitar uma senha para acessar todos os dados educacionais dos seus filhos. Esses dados estarão disponíveis no blog da escola, com o seguinte endereço: http://penhabrasil.blogspot.com

O QUE É O SAP


O Sistema de Auxílio ao Professor é um sistema criado para organizar os dados e informações existentes no dia a dia de um educador, desde professores de Universidades, cursinhos ou mesmo particulares. O SAP fornece simplicidade nas consultas e clareza nas interpretações dos resultados, extremamente importantes para as tomadas de decisão que poderão influenciar o planejamento das atividades das turmas.

O sistema foi desenvolvido com o objetivo de ser o mais abrangente possível, uma vez que muitos educadores utilizam um sistema próprio de trabalho. Por isso, o SAP permite escolher determinadas regras de funcionamento para cada turma, o que possibilita seu uso em todas as situações, mesmo que o professor trabalhe em instituições diferentes.

Regras:
- Opção de Intervalo de notas: 0 - 100 ou 0 - 10;
- Definição de conceitos;
- Quantidade de casas decimais nos cálculos, definindo a precisão desejada;
- O número máximo de faltas permitido;
- O nome do período de avaliação.

Veja abaixo, alguns recursos do programa:

Controle de Faltas:
O programa permite controlar mensalmente as faltas dos alunos de forma simples e prática. Depois de lançadas as faltas, o programa automaticamente mantém um relatório completo sobre a situação de cada aluno, inclusive o percentual do máximo já atingido.

Avaliações Descritivas:
O professor poderá realizar avaliações descritivas para cada aluno, simplificando e organizando relatórios exigidos por muitas escolas hoje em dia. As avaliações são feitas através de um editor próprio com um exclusivo sistema de busca, onde o professor poderá localizar determinado texto em uma avaliação em particular, ou entre todas as avaliações do aluno.

Planos de Aula:
De forma bastante prática, o SAP permite ao professor o registro de suas aulas e planejamentos para cada turma individualmente. Possui o mesmo editor de textos usado nas avaliações descritivas, incluindo o sistema de busca e um recurso extra, pelo qual é possível criar um atalho para um arquivo externo (de qualquer tipo), anexando-o a um específico plano de aula. Tal arquivo poderá ser aberto e editado diretamente do SAP.

Atividades de Avaliação:
Seguindo o mesmo estilo das avaliações descritivas e das aulas, o professor poderá registrar as atividades avaliativas que aplicar em suas turmas. Depois de registradas, será simples e rápido o lançamento de notas para seus alunos, gerando uma ampla gama de dados que o programa se encarregará de interpretar e organizar, fornecendo a situação completa de cada aluno a qualquer momento.

Consultas:
Além de manter as informações cadastradas pelo professor em cada turma, o programa permite a realização de inúmeras consultas sobre essa base de dados. Através de um processo muito simples, o professor escolhe diretamente qual informação deseja ver na consulta, optando por dados detalhados, resumidos ou ate mesmo informações sobre grupos como: masculino, feminino ou turma.

Gráficos:
O SAP é capaz de gerar até 31 gráficos diferentes, possibilitando a interpretação dos dados gerados pelas turmas. Tais gráficos são essenciais para uma perfeita compreensão do rendimento das turmas, sendo possível ter uma visão geral de grupos ou detalhada para cada aluno, ou ainda, fazer comparações de desempenho. Essa compreensão é indispensável para o professor que se importa com seu trabalho, procurando métodos que auxiliam no desenvolvimento cada vez melhor de seus alunos.

Impressão e Exportação:
Praticamente todas as informações contidas no programa poderão ser impressas ou salvas em arquivo externo, podendo ser utilizadas em outros programas. Até mesmo dados pessoais dos alunos, ou aniversariantes de um determinado mês, poderão ser exportados ou impressos.

BIODIVERSIDADE

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Biodiversidade

Olá gestores e educadores,

A escola Estadua General Penha Brasil, comunga com as ideias relacionadas à preservação da biodiversidade, em todos os sentidos.

Instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Dia Internacional da Biodiversidade é comemorado em 22 de maio, com o objetivo de promover o conhecimento sobre a variedade do mundo natural e alertar para os problemas a ela associados, como alterações climáticas e o desaparecimento de inúmeras espécies de fauna e flora. O professor de Educação Ambiental Jairo José Matozinho Cubas, também presidente da ONG ambiental Utágua, preparou um artigo sobre o ensino da biodiversidade. Ele explica que, mesmo em escolas localizadas em grandes cidades, é possível o docente observar com os alunos exemplares da biodiversidade brasileira. Veja detalhes no texto a seguir, produzido especialmente aos leitores do Jornal Virtual.

Boa leitura!


O ensino da biodiversidade nas escolas

Nunca os temas sobre o meio ambiente estiveram tão presentes. São assuntos atuais e necessários, em especial no Brasil, onde, em sua extensa área, são encontrados ricos biomas, que abrigam em torno de 13% de todas as espécies descritas pela Ciência; além disso, o País possui 40% das florestas tropicais remanescentes do planeta.

Na biodiversidade brasileira são conhecidas em torno de 3 mil espécies de peixes, 1,8 mil aves, 800 anfíbios, 680 répteis e 530 mamíferos, sem citar a imensa diversidade de plantas, além de tantos outros seres ainda não identificados. Por outro lado, estudos recentes indicam que mais de 600 espécies da fauna conhecida estão em perigo de extinção.

É fato que a presença do humano provocou alterações nos biomas. As aglomerações nas zonas urbanas provocaram profundos e irreversíveis danos e o distanciamento dos espaços naturais criou nas pessoas uma visão distorcida sobre o meio ambiente.

É impossível que a escola seja indiferente diante desta realidade e inconcebível a exclusão de temas sobre meio ambiente de qualquer projeto político pedagógico. Mas, uma das questões com as quais mais nos deparamos ao visitar escolas e conversarmos com professores é sobre qual seria a melhor maneira de abordar o tema da biodiversidade no ensino fundamental.

Vale lembrar que o professor das séries iniciais não é um especialista da área e não tem a obrigação de dominar tópicos muito específicos. Por outro lado, o que se espera do profissional é autonomia e dinamismo necessários para buscar informações e criar atividades didáticas diversificadas, para que os conhecimentos sejam apresentados de forma dinâmica e atrativa.

Hoje estão disponíveis diversos materiais, como vídeos e publicações oficiais, que podem ser acessados em sites. E é certo que todos eles servem de suporte para que o tema seja abordado. Entretanto, embora os diversos recursos como textos, materiais audiovisuais e a tecnologia sejam importantes para trazer informações sobre a biodiversidade para dentro da sala de aula, acreditamos que sejam fundamentais as vivências práticas nos ambientes naturais ou alterados pelos humanos.

Defendemos que o estudo do meio é uma boa opção para este fim. Diante das realidades onde as escolas estão inseridas, cada proposição deve ser direcionada especificamente, e é óbvio que têm vantagens aquelas localizadas próximas a ambientes naturais. Mas também é verdade que, mesmo em zonas densamente urbanizadas, é possível se observar belos exemplares da biodiversidade brasileira. Um exemplo clássico é a avifauna e a arborização das cidades, que podem ser exuberantes em parques e pequenas reservas. Estes locais, mais ou menos próximos das escolas, são ambientes fantásticos para uma aula de campo, com observação, identificação e posteriores pesquisas bibliográficas.

Também é importante, nestas atividades, recorrer ao conhecimento popular dos moradores do entorno, com os quais é comum, na realização de entrevistas, obterem-se valiosas informações sobre a biodiversidade. Dessa forma, é possível valorizar a cultura popular e estabelecer uma reflexão sobre senso comum e conhecimento científico, ainda que de forma implícita para as séries iniciais.

Conhecer as riquezas da biodiversidade com observações práticas in loco é um rico instrumento para aproximar o jovem do meio ambiente natural e resgatar as fundamentais ligações entre humanidade e natureza.

Parafraseando Leonardo Boff em seu filosófico livro Saber cuidar, ética do humano, compaixão pela Terra: é essencial que o humano restabeleça seus laços com suas origens naturais; mas não basta conhecer, é preciso cultivar no humano a ética pelo cuidado. E isto só se faz com a vivência.

Texto de Jairo José Matozinho Cubas, biólogo, mestre em Ciências da Saúde e professor de Educação Ambiental. É presidente da ONG ambiental Utágua e consultor pedagógico de Edições SM. E-mail: contato@campanhadabiodiversidade.com.br





quarta-feira, 18 de maio de 2011

A DESEDUCAÇÃO NO BRASIL

Olá gestores e educadores,

Apresentamos no Jornal Virtual desta semana o artigo “A deseducação no Brasil”, de autoria do educador Wolmer Ricardo Tavares. Mestre em Educação e Sociedade, ele também é autor do livro Gestão Pedagógica: Gerindo escolas para a cidadania crítica (WAK Editora). Você concorda com ele?

Boa leitura!

A deseducação no Brasil

Escola não é o primeiro lugar a se educar o indivíduo, mas na maioria das vezes é o primeiro lugar a deseducá-lo. Será nesse ambiente que o aluno irá dar continuidade a sua socialização, passo fundamental para aprender novos valores. Mas a questão é: Que valores serão esses? O que a sociedade espera do indivíduo? Até que ponto a escola é obrigada a “formar” e não a educar os alunos?

Ao analisarmos a palavra “formar”, leva-nos a alusões como colocar em forma, o mesmo que padronizar, estandardizar, isto é, fazer com que os educandos tenham o mesmo comportamento, atitude e maneira de pensar. Podemos também trabalhar a palavra “formar” no sentido de construir, dar forma, que é uma outra divergência do que é esperado, pois, com a globalização e o dinamismo das informações, percebe-se que nem os profissionais encontram-se formados, ou seja, eles estão em constante formação, por isso então a escola não forma, apenas faz o aluno galgar os primeiros degraus de sua construção como cidadão e protagonista.

Seria uma quimera imaginar uma escola a qual o conhecimento não seja tão institucionalizado? É a tão conhecida pedagogia da autonomia, conceito esse aplicado em regiões na qual a educação é vista como fator de suma importância para o crescimento e desenvolvimento, por isso, ela é investimento. No Brasil, a educação é vista como gasto, e por isso se aplica a pedagogia do empurrão ou pedagogia do emburrecimento, ou seja, reprovação zero, reprovação essa que, apesar de não existir mais nas escolas, existirá na vida.

A escola está preparando esse aluno para o quê? Quando o educando sair desse sistema, a sociedade irá se lembrar que não existe reprovação e, consequentemente, não irá reprová-lo também? Será que estamos preparando nossos educandos para se tornarem homens de bem? Sêneca (por volta de 4 a. C. – 65) insistia na educação para a vida e a individualidade: “non scholae, sed vitae est docendum”, isto é, “não se deve ensinar para a escola mas para a vida” e para que vida estamos ensinando nossos alunos? Uma vida de mediocridades e de miséria que fará do educando um mero escravo do destino?

Este trabalho tem o intuito de levantar dúvidas e fomentar uma criticidade no educador fazendo com que o mesmo analise até que ponto se sente manipulado por um discurso que se faz imperar uma demagogia e o leva a ser mais um multiplicador de números que mascaram uma realidade que violenta a dignidade de um povo. Precisamos fugir da esperança, pois ela apenas prolongará o nosso tormento, deixando-nos passivos e inertes. Necessitamos apenas de atitudes. Será que estamos tão cansados a ponto de nadarmos contra uma maré de descasos com a verdadeira educação?

Precisamos repensar a função da escola e o ato de educar e sair de nossa passividade intensa, de nosso estado cataléptico para um protagonismo que implicará em mudanças.

Terezinha Azerêdo Rios nos mostra uma visão pessimista sobre a escola enquanto a sociedade apresentar suas limitações e, em contrapartida, nos dá também uma visão otimista falando que uma boa escola ajuda a uma boa sociedade. A questão é: quem é o maior influenciador nesse processo? A sociedade ou a escola? Seja qual for a sua resposta, não estamos levando nossos alunos a uma reflexão. Estamos alienando-os cada vez mais e tornando-os manipuláveis por um poder corruptor.

Cabe à escola oferecer ao aluno um agir interativo com o seu contexto, com uma identidade responsável, e dar forma ao conhecimento que será aplicado as suas necessidades sentidas e vivenciadas com o seu entorno.

Texto de Wolmer Ricardo Tavares, mestre em Educação e Sociedade e docente da Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) – campus Lafaiete. E-mail: wolmertavares@gmail.com





COMO COMBATER A CORRUPÇÃO